terça-feira, 2 de novembro de 2010
Ganhar é bom, mas do PSDB e DEM é melhor ainda....
Nossa jovem democracia está de parabéns, pois contra os discursos raivosos da elite representada pelo PSDB e DEM, elegeu a primeira mulher presidente de nossa história. E não é só isso, elegeu uma mulher que antes considerada subversiva pela ditadura militar que tanto mal fez ao nosso país, e que agora é reconhecida pelo povo. Finalmente pudemos ver derrotado, na figura do Serra, o que mais de retrógrado temos nesse país, que com seu discurso pequeno, não trouxe nenhum programa de governo concreto. Confesso que, apesar de ter mudado minha forma de pensar a politica, estou muito feliz com a nova mandatária eleita, e gostei de seu discurso, pois a coerencia de suas idéias são as mesmas passadas na campanha. É necessário, e somente na democracia podemos ver isso, que de uma vez por todas, se elimine essas idéias tacanhas e atrasadas implantadas pelo PSDB e DEM e vivamos uma nova fase. Ainda não é o que queremos, mas um dia, veremos um pais socialista. Valeu Dilma, valeu povo brasileiro.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
PORQUE NÃO VOTO NO SERRA
Temos dois candidatos a presidente da república de nosso país e no entanto nada me empolga, eu que sempre fui idealista, me vejo na iminencia de hoje, ter que votar no menos pior. E o menos pior, ou como dizia Lula da Silva a "menas" pior é Dilma, que não sei de onde veio e para onde vai, falando policamente, é claro, pois ela sabe onde vai, com certeza.
Falar de Serra, seria dar enjoo em sonrisal, pois desde que me conheço por gente vejo falar das besteiras que ele faz e lembro-me de quando assumi a Secretaria de Governo de Itapeva e Serra veio entregar alguns titulos de propriedade que o Itesp preparou (das casas da Vila Nova e adjacencias), quando o homem se mostrou azedo e senhor de si, e nós pobres mortais, ficamos a fitá-lo e escutá-lo sem nenhuma vontade, dado a sua prepotencia. Lembro-me que algus vereadores se achegaram a ele para tentar conversar e este como se tivesse sido assediado por alguns leprosos, saia de lado e nem se dava ao luxo de cumprimentar esses vereadores. Bom, mas não é por isso que NÃO VOTO EM SERRA, e sim por tudo o que ela já fez por nossa cidade, ou seja, ele e seu amigo Alkimim, depois de aprovada a 16a Região Administrativa, ainda não se deram ao luxo de explicar o porque de não instala-la. As duplicações dos asfaltos de nossa região, nunca chegam aqui, e nossas estradas (vá para Itaberá, passse em Coronel Macedo e verá), são constantes buracos, industrias para Itapeva nem pensar, ajuda para nossa região, apenas algumas esmolas, e enfim. Na verdade, todo mundo sabe que enquanto Dilma estava presa pela Ditadura Militar, Serra fugiu do país, e foi viver no Chile no bem bom, pois nem cargo eletivo tinha, se auto exilou, nunca foi exilado, e como é costume seu fugir da raia, abandonou o Senado para disputar a prefeitura de São Paulo, abandonou a Prefeitura para disputar o Governo do Estado e agora abandonou o Estado para disputar a Presidencia do País, ora será também que não abandonará nosso pais a deriva, nas mãos de um tal INDIO DA COSTA?
Não vamos trocar o certo pelo duvidoso, dia 31, TREZE NA CABEÇA e chega de nhenhenhem...
Falar de Serra, seria dar enjoo em sonrisal, pois desde que me conheço por gente vejo falar das besteiras que ele faz e lembro-me de quando assumi a Secretaria de Governo de Itapeva e Serra veio entregar alguns titulos de propriedade que o Itesp preparou (das casas da Vila Nova e adjacencias), quando o homem se mostrou azedo e senhor de si, e nós pobres mortais, ficamos a fitá-lo e escutá-lo sem nenhuma vontade, dado a sua prepotencia. Lembro-me que algus vereadores se achegaram a ele para tentar conversar e este como se tivesse sido assediado por alguns leprosos, saia de lado e nem se dava ao luxo de cumprimentar esses vereadores. Bom, mas não é por isso que NÃO VOTO EM SERRA, e sim por tudo o que ela já fez por nossa cidade, ou seja, ele e seu amigo Alkimim, depois de aprovada a 16a Região Administrativa, ainda não se deram ao luxo de explicar o porque de não instala-la. As duplicações dos asfaltos de nossa região, nunca chegam aqui, e nossas estradas (vá para Itaberá, passse em Coronel Macedo e verá), são constantes buracos, industrias para Itapeva nem pensar, ajuda para nossa região, apenas algumas esmolas, e enfim. Na verdade, todo mundo sabe que enquanto Dilma estava presa pela Ditadura Militar, Serra fugiu do país, e foi viver no Chile no bem bom, pois nem cargo eletivo tinha, se auto exilou, nunca foi exilado, e como é costume seu fugir da raia, abandonou o Senado para disputar a prefeitura de São Paulo, abandonou a Prefeitura para disputar o Governo do Estado e agora abandonou o Estado para disputar a Presidencia do País, ora será também que não abandonará nosso pais a deriva, nas mãos de um tal INDIO DA COSTA?
Não vamos trocar o certo pelo duvidoso, dia 31, TREZE NA CABEÇA e chega de nhenhenhem...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
SERRA E OSEGREDO DO BOLSA FAMILIA
Serra e o segredo do Bolsa Família
DE SÃO PAULO
Muita gente vai jurar que é mentira o que vou contar hoje, mas posso assegurar que é verdade. Por trás dela, o maior erro de comunicação da histórica do PSDB -- e, em parte, explica o desempenho nas pesquisas de Lula e de sua candidata, Dilma Rousseff.
Ainda no final do governo Fernando Henrique Cardoso, o então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, hoje secretário estadual da Educação, tinha proposto ao Palácio do Planalto uma campanha massiva mostrando como a bolsa-escola (a origem da Bolsa Família) chegava a milhões de famílias. Por trás da campanha, uma intenção: Paulo Renato queria ser candidato a presidente e buscava a aprovação do governo e do partido. Via-se claramente o impacto desse programa, na época chamado pelo PT de bolsa-esmola. Vou além: o PT, no Congresso, dificultou a aprovação do projeto, basta ir nos anais das comissões para comprovar o que estou falando.
O secreto dessa história é o seguinte. O então ministro da Saúde, José Serra, também candidato, não queria adversários e, com seus sólidos contatos palacianos, conseguiu vetar a campanha. Serra, como se sabe, saiu candidato e pouco se usou, na época, a bandeira da bolsa-escola.
Não sei se FHC participou ou soube da decisão. Se não sabe, sugiro que pergunte a seus assessores e vai conhecer a verdade. O que sei é que ele se lamenta (e muito) não ter dado visibilidade a seus programas de renda mínima. Aliás, ele diz que é seu maior erro de comunicação.
O fato é que a campanha não saiu, e o PSDB deixou de atar sua imagem a uma ação que, em larga medida, foi faturada por Lula.
Agora, ironicamente, Serra corre atrás do prejuízo e tenta se apresentar mais pai do Bolsa Família do que o próprio Lula. Pelas pesquisas, vemos que, sem essas ações, Dilma teria muito mais dificuldade de se eleger.
Nessa história toda, a verdade é que a bolsa-escola ganhou o país porque foi lançado, em pequena escala, por Cristovam Buarque, então governador de Brasília, e pelo prefeito de Campinas, José Roberto Teixeira. Virou política pública porque o falecido Antônio Carlos Magalhães criou um fundo de combate à pobreza, que fez com que Paulo Renato pudesse disseminar em todo o país o programa.
Gilberto Dimenstein
Gilberto Dimenstein, 53 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha.com às segundas-feiras.
DE SÃO PAULO
Muita gente vai jurar que é mentira o que vou contar hoje, mas posso assegurar que é verdade. Por trás dela, o maior erro de comunicação da histórica do PSDB -- e, em parte, explica o desempenho nas pesquisas de Lula e de sua candidata, Dilma Rousseff.
Ainda no final do governo Fernando Henrique Cardoso, o então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, hoje secretário estadual da Educação, tinha proposto ao Palácio do Planalto uma campanha massiva mostrando como a bolsa-escola (a origem da Bolsa Família) chegava a milhões de famílias. Por trás da campanha, uma intenção: Paulo Renato queria ser candidato a presidente e buscava a aprovação do governo e do partido. Via-se claramente o impacto desse programa, na época chamado pelo PT de bolsa-esmola. Vou além: o PT, no Congresso, dificultou a aprovação do projeto, basta ir nos anais das comissões para comprovar o que estou falando.
O secreto dessa história é o seguinte. O então ministro da Saúde, José Serra, também candidato, não queria adversários e, com seus sólidos contatos palacianos, conseguiu vetar a campanha. Serra, como se sabe, saiu candidato e pouco se usou, na época, a bandeira da bolsa-escola.
Não sei se FHC participou ou soube da decisão. Se não sabe, sugiro que pergunte a seus assessores e vai conhecer a verdade. O que sei é que ele se lamenta (e muito) não ter dado visibilidade a seus programas de renda mínima. Aliás, ele diz que é seu maior erro de comunicação.
O fato é que a campanha não saiu, e o PSDB deixou de atar sua imagem a uma ação que, em larga medida, foi faturada por Lula.
Agora, ironicamente, Serra corre atrás do prejuízo e tenta se apresentar mais pai do Bolsa Família do que o próprio Lula. Pelas pesquisas, vemos que, sem essas ações, Dilma teria muito mais dificuldade de se eleger.
Nessa história toda, a verdade é que a bolsa-escola ganhou o país porque foi lançado, em pequena escala, por Cristovam Buarque, então governador de Brasília, e pelo prefeito de Campinas, José Roberto Teixeira. Virou política pública porque o falecido Antônio Carlos Magalhães criou um fundo de combate à pobreza, que fez com que Paulo Renato pudesse disseminar em todo o país o programa.
Gilberto Dimenstein
Gilberto Dimenstein, 53 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha.com às segundas-feiras.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
MUITAS LUTAS POR LUTAR... JAIR CARVALHO
"Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer." (Fernando Pessoa)
Confesso que quando ouvia nosso amado prefeito doutor Luiz fazer seus discursos e citar Fernando Pessoa, ficava orgulhoso com a cultura de nosso chefe. Faz tempo que não ouço discurso de doutor Luiz e já sinto saudades. Sempre gostei de política, desde criança gostava de ouvir os bons discursos. Não faltava aos comícios, de um lado a turma do Chimitão e de outro lado a turma do Antonio Cavani. Aí apareceu o Monterão, jovem e com bom discurso, falando como alternativa a coronelzada que mandava por aqui. Grandes comícios acontecerem, no palanque chimitista o velho Cícero Marques, Saturnino Araujo – o Saso, Quincas Mattos, Antonio Deffune (um dos mais inflamados oradores que conheci) entre outros; no palanque Cavanista, a dona Paulina, o Barbosa, Ricardão Campolim, Santão Campolim, Iberê Saconi, dentre outros e junto ao Monteiro podia-se ver o Joaquim Filé, o Paulo de Tarso Lobo, enfim, era o Manda Brasa que se articulava. Era Arena 1e 2, MDB 1 e 2 pois naquele tempo o partido podia se dividir e lançar dois candidatos, assim o MDB tinha o Monteiro pelo MDB 1 e o Paulo de Tarso pelo MDB 2.
E o povo delirava e até brigava pelos seus candidatos, que depois se reuniram todos querendo “eleger até um poste para prefeito”. Não deu pois o poste não conquistou o eleitorado e o Armandinho com seu discurso inflamado pôs todo mundo no bolso. Algumas dessas lideranças não deixaram sucessores, como é o caso do Chimitão, do Barbosa e até do Monterão, e outros já deixaram aqui seus filhos como doutor Luiz e seu irmão Paulo (que não consigo chamar de doutor), ou a Terezinha, herdeira de dona Paulina, todos fazendo política. Vieram as novas lideranças, Wilmar Mattos, ex-vereador e prefeito por duas vezes, Guilherme Brugnaro, prefeito por duas vezes, o Armandinho, prefeito e secretário por diversas vezes e agora, com tantos partidos, estamos num beco sem saída. Quem será o sucessor de doutor Luiz Cavani. O meu amigo SPC já disse aqui que seria o Xixo, secretário de obras, um cidadão acima da suspeita, íntegro, educado, um “gentleman”, mas conhecendo bem o Xixo, tenho certeza de que não é ele o candidato de doutor Luiz. Dizem ainda as más línguas que o Wilmar está impedido de se candidatar, portanto, se for verdade, também não ele. Rossi Junior e Adelcinho nunca gostaram de política e o Armandinho não come no mesmo prato do chefe senão teria sido o vice, ficando sobrando aí três políticos, Luciano de Oliveira, doutor Marco André e Toninho Loureiro (aquele mesmo quer ficou famoso na televisão quando disse em cadeia nacional que “o poder é um a delicia”). Temos na oposição a Terezinha que é uma alternativa salutar, mas que garante de pé junto que será Deputada e não deixará a Assembléia, o que é bom para a cidade e região. Mas como dizia o velho Ulisses, “em política só falta ver o boi voar”. Para terminar, quero dizer que eleição é tão bom que deveria acontecer todo ano, todo mundo ganha, é gráfica, é cabo eleitoral, é jornal, enfim, até a estrada da Vila Santa Maria vai ser asfaltada. Valeu a reza, Ave Maria...
Por enquanto é só pessoal....Abraços...
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer." (Fernando Pessoa)
Confesso que quando ouvia nosso amado prefeito doutor Luiz fazer seus discursos e citar Fernando Pessoa, ficava orgulhoso com a cultura de nosso chefe. Faz tempo que não ouço discurso de doutor Luiz e já sinto saudades. Sempre gostei de política, desde criança gostava de ouvir os bons discursos. Não faltava aos comícios, de um lado a turma do Chimitão e de outro lado a turma do Antonio Cavani. Aí apareceu o Monterão, jovem e com bom discurso, falando como alternativa a coronelzada que mandava por aqui. Grandes comícios acontecerem, no palanque chimitista o velho Cícero Marques, Saturnino Araujo – o Saso, Quincas Mattos, Antonio Deffune (um dos mais inflamados oradores que conheci) entre outros; no palanque Cavanista, a dona Paulina, o Barbosa, Ricardão Campolim, Santão Campolim, Iberê Saconi, dentre outros e junto ao Monteiro podia-se ver o Joaquim Filé, o Paulo de Tarso Lobo, enfim, era o Manda Brasa que se articulava. Era Arena 1e 2, MDB 1 e 2 pois naquele tempo o partido podia se dividir e lançar dois candidatos, assim o MDB tinha o Monteiro pelo MDB 1 e o Paulo de Tarso pelo MDB 2.
E o povo delirava e até brigava pelos seus candidatos, que depois se reuniram todos querendo “eleger até um poste para prefeito”. Não deu pois o poste não conquistou o eleitorado e o Armandinho com seu discurso inflamado pôs todo mundo no bolso. Algumas dessas lideranças não deixaram sucessores, como é o caso do Chimitão, do Barbosa e até do Monterão, e outros já deixaram aqui seus filhos como doutor Luiz e seu irmão Paulo (que não consigo chamar de doutor), ou a Terezinha, herdeira de dona Paulina, todos fazendo política. Vieram as novas lideranças, Wilmar Mattos, ex-vereador e prefeito por duas vezes, Guilherme Brugnaro, prefeito por duas vezes, o Armandinho, prefeito e secretário por diversas vezes e agora, com tantos partidos, estamos num beco sem saída. Quem será o sucessor de doutor Luiz Cavani. O meu amigo SPC já disse aqui que seria o Xixo, secretário de obras, um cidadão acima da suspeita, íntegro, educado, um “gentleman”, mas conhecendo bem o Xixo, tenho certeza de que não é ele o candidato de doutor Luiz. Dizem ainda as más línguas que o Wilmar está impedido de se candidatar, portanto, se for verdade, também não ele. Rossi Junior e Adelcinho nunca gostaram de política e o Armandinho não come no mesmo prato do chefe senão teria sido o vice, ficando sobrando aí três políticos, Luciano de Oliveira, doutor Marco André e Toninho Loureiro (aquele mesmo quer ficou famoso na televisão quando disse em cadeia nacional que “o poder é um a delicia”). Temos na oposição a Terezinha que é uma alternativa salutar, mas que garante de pé junto que será Deputada e não deixará a Assembléia, o que é bom para a cidade e região. Mas como dizia o velho Ulisses, “em política só falta ver o boi voar”. Para terminar, quero dizer que eleição é tão bom que deveria acontecer todo ano, todo mundo ganha, é gráfica, é cabo eleitoral, é jornal, enfim, até a estrada da Vila Santa Maria vai ser asfaltada. Valeu a reza, Ave Maria...
Por enquanto é só pessoal....Abraços...
sexta-feira, 12 de março de 2010
FICHA LIMPA...
FICHA LIMPA, VOCE É A FAVOR OU CONTRA?
Vamos a matéria de hoje, já se passaram três semanas da entrega ao Congresso Nacional, da proposta de iniciativa popular chamada “Ficha limpa” e praticamente esta engavetado na Câmara Federal. A proposta popular que levou o nome de “Projeto de Lei Complementar (PLC-518-2009)”, recebeu 1,3 milhão de assinaturas de eleitores todo o país, inclusive a minha, comandada que foi pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O coordenador da campanha, juiz eleitoral Márlon Reis, afirmou essa semana que “está faltando boa vontade dos parlamentares” para votar a proposta. O projeto entregue é subscrito por 43 entidades da sociedade civil que compõem o MCCE (formada por juizes, promotores de justiça, advogados e muita gente famosa e não famosa), portanto é um movimento que tem muita força. A proposta, se aprovada, irá tirar da vida pública muita gente que já foi condenada por vários crimes e que ainda está nos representando, quer nas Câmaras Municipais, nas Assembléias Legislativas, na Câmara Federal, no Senado e nos Governos, de todos os níveis. Por isso é que propostas como esta se engavetam e custam a serem discutidas, e quando discutidas, recebem muitas emendas, até serem aprovadas. Com certeza essa também recebera emendas daqueles que são contra, tudo no intuito de procrastinar a aprovação da medida. Para entender melhor a proposta, basta vermos os editais de concursos públicos, pois pedem eles que os candidatos apresentem “antecedentes criminais” e ai aqueles que tiveram alguma passagem pele policia, de cara estão descartados, nem podem fazer a prova. Ora, é natural que alguém que cometeu um estupro contra uma criança possa fazer um concurso para dirigir uma creche? Como pode aquele que desviou dinheiro público ser vereador? Ou prefeito? Não é a mesma coisa? Uma vez eleito vereador, ele pode, por seus pares, ser eleito presidente da câmara e ai vai administrar dinheiro público. De outro lado, aqueles que defendem a inconstitucionalidade da medida, afirmando que “todo cidadão é inocente ate que se prove o contrario”, e essa prova de culpabilidade do cidadão segundo eles, só acontecerá após o julgamento da última instancia, e como nossa justiça esta muito abarrotada de processos, quando acontecer o ultimo julgamento o mandato desse cidadão já acabou. Na verdade, o que se quer, não é barrar os cidadãos de serem candidatos por serem criminosos, mas sim, por estarem respondendo a um processo criminal, igual aqueles que vão prestar concurso público. Ora, se para um funcionário público tem que apresentar seus antecedentes criminais, muito mais para aqueles que querem ser candidatos a algum cargo eletivo. A idéia é muito boa, afinal, há muito o povo está colocando as raposas para tomar conta do galinheiro e tudo isso porque a lei os protege, deixando-os serem candidatos. Imaginem aqui em Itapeva quanta raposa nós tiraremos da política se essa lei passar. Esperemos que nessas eleições, com ficha limpa ou não, nosso povo comece a separar o joio do trigo e a tirar da vida pública aqueles que cometeram crimes e ainda estão impunes sob o manto de algum recurso em algum Tribunal da vida. Como diz o SPC, oremos...
Vamos a matéria de hoje, já se passaram três semanas da entrega ao Congresso Nacional, da proposta de iniciativa popular chamada “Ficha limpa” e praticamente esta engavetado na Câmara Federal. A proposta popular que levou o nome de “Projeto de Lei Complementar (PLC-518-2009)”, recebeu 1,3 milhão de assinaturas de eleitores todo o país, inclusive a minha, comandada que foi pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O coordenador da campanha, juiz eleitoral Márlon Reis, afirmou essa semana que “está faltando boa vontade dos parlamentares” para votar a proposta. O projeto entregue é subscrito por 43 entidades da sociedade civil que compõem o MCCE (formada por juizes, promotores de justiça, advogados e muita gente famosa e não famosa), portanto é um movimento que tem muita força. A proposta, se aprovada, irá tirar da vida pública muita gente que já foi condenada por vários crimes e que ainda está nos representando, quer nas Câmaras Municipais, nas Assembléias Legislativas, na Câmara Federal, no Senado e nos Governos, de todos os níveis. Por isso é que propostas como esta se engavetam e custam a serem discutidas, e quando discutidas, recebem muitas emendas, até serem aprovadas. Com certeza essa também recebera emendas daqueles que são contra, tudo no intuito de procrastinar a aprovação da medida. Para entender melhor a proposta, basta vermos os editais de concursos públicos, pois pedem eles que os candidatos apresentem “antecedentes criminais” e ai aqueles que tiveram alguma passagem pele policia, de cara estão descartados, nem podem fazer a prova. Ora, é natural que alguém que cometeu um estupro contra uma criança possa fazer um concurso para dirigir uma creche? Como pode aquele que desviou dinheiro público ser vereador? Ou prefeito? Não é a mesma coisa? Uma vez eleito vereador, ele pode, por seus pares, ser eleito presidente da câmara e ai vai administrar dinheiro público. De outro lado, aqueles que defendem a inconstitucionalidade da medida, afirmando que “todo cidadão é inocente ate que se prove o contrario”, e essa prova de culpabilidade do cidadão segundo eles, só acontecerá após o julgamento da última instancia, e como nossa justiça esta muito abarrotada de processos, quando acontecer o ultimo julgamento o mandato desse cidadão já acabou. Na verdade, o que se quer, não é barrar os cidadãos de serem candidatos por serem criminosos, mas sim, por estarem respondendo a um processo criminal, igual aqueles que vão prestar concurso público. Ora, se para um funcionário público tem que apresentar seus antecedentes criminais, muito mais para aqueles que querem ser candidatos a algum cargo eletivo. A idéia é muito boa, afinal, há muito o povo está colocando as raposas para tomar conta do galinheiro e tudo isso porque a lei os protege, deixando-os serem candidatos. Imaginem aqui em Itapeva quanta raposa nós tiraremos da política se essa lei passar. Esperemos que nessas eleições, com ficha limpa ou não, nosso povo comece a separar o joio do trigo e a tirar da vida pública aqueles que cometeram crimes e ainda estão impunes sob o manto de algum recurso em algum Tribunal da vida. Como diz o SPC, oremos...
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
PASSEIO SOCRÁTICO
Frei Betto
Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelo produz felicidade?
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'.
Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'.
'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'
'Que tanta coisa?', perguntei.
'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos:
'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi nho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento?; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, calçar este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!'
O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center.
É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.
Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...
Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.
Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas.
Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!
Frei Betto
Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelo produz felicidade?
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'.
Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'.
'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'
'Que tanta coisa?', perguntei.
'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos:
'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi nho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento?; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, calçar este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!'
O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center.
É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.
Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...
Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.
Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas.
Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!
sábado, 19 de dezembro de 2009
FELIZ ANIVERSÁRIO MEU AMIGO... FELIZ NATAL....
Todo dia 25 de dezembro comemoramos o Natal, o dia do nascimento de Jesus Cristo, o galileu que aqui chegou e com seus ensinamentos mudou a história da humanidade. Naquela época a lei era do mais forte, ou seja, utilizava-se a premissa de que para se fazer valer a lei, a "vingança"
teria que acontecer: "Olho por olho, dente por dente". Se alguém matasse um cidadão, a família do morto poderia matar um dos filhos da casa e nada acontecia pois era normal isso ocorrer.
Os seguidores de Cristo eram perseguidos pelo Estado e jogados no grande circo onde eram mortos à espada ou comidos pelos leões, (quem assistiu o Gladiador, sabe do que estou falando). Os verdadeiros cristãos se reuniam nas catacumbas e ali faziam suas orações e filosofavam sobre a cristandade. O evangelho (novo testamento), escrito a partir da vivencia dos apóstolos nos mostram a dureza da vida da época, e os ensinamentos do Mestre Jesus, que com sua Luz trazia o amor, a paz, a compreensão entre os homens. A sentença dada a Jesus pelos homens da época era a sentença que costumavam decretar contra os "subversivos" pois Cristo não veio para manter a ordem e sim subvertê-la, mudar as leis. Pensavam os homens da época que Jesus era o grande revolucionário materialista que iria fazer a revolução e tomar o poder, porém, pela pouca inteligencia espiritual que tinham, nada entenderam quando Cristo disse: "meu reino não é desse mundo" ou "a casa do senhor tem muitas moradas". Na verdade, Cristo é o maior espírito de luz que já apareceu em nosso mundo e aqui veio com sua missão, mostrar ao homem que "é morrendo que se vive para a vida eterna", ou seja, vivemos um mundo de expiação e nosso crescimento é espiritual. Cristo já profetizou à época também que "aparecerão muitos profetas" falando em meu nome, porém aqueles que vestem púrpuras e se adornam com anéis cravados em diamantes vendo a miseria do povo, nem sempre falam com sinceridade. O mundo está vendo hoje o crescimento das igrejas usando o nome de Cristo pregam guerras, defendem governos e se esquecem de pregar a verdadeira humildade e o amor ao proximo. Utilizam ainda a lei Mozaica esquecendo-se que Cristo veio para mudá-la e subverter a ordem legal da época .
Portanto, a lei Cristã está posta e o livre arbitrio está aí para todos os homens seguiram e viveram como quizerem, nunca se esquecendo de que para direitos existem deveres e o crime não passa de individuo para individuo. Somos o que pensamos e fazemos. Infelizmente hoje se Jesus Cristo voltasse à terra, iria fica muito triste ao ver o homem se matando e destruindo a própria natureza, lideres mundiais pregando a guerra, líderes religiosos vivendo em palácios à custa dos dízimos de seus pobres fiéis e vestindo púrpuras, enquanto a maioria do povo não tem o que comer. Lideres mundiais pregando a preservação de animais porém esquecendo-se de preservar o homem, constroem "reservas florestais" para preservar os animais e favelas para preservar o homem, dando a eles apenas uma ração diária, constrói-se prisões e se esquecem de construi escolas para ensinar os homens. Como seria a sentença de Cristo hoje com a ganancia dos homens, afinal, a pregação de Cristo é a subversão da ordem e para quem detem o poder economico e politico, sem qualquer conhecimento espiritual, isso é uma ofensa, pois todos falaem em Natal, mas será que todos vivem o Natal?
Dia 25 é dia de aniversário, dia de NASCIMENTO, DIA DE NATAL, portanto, feliz aniversário meu amigo e perdoe-nos pela nossa ignorancia, estamos tentando melhorar, e um dia poderemos ver todos engajados nas sua pregação, AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.
Bom Natal a todos...
teria que acontecer: "Olho por olho, dente por dente". Se alguém matasse um cidadão, a família do morto poderia matar um dos filhos da casa e nada acontecia pois era normal isso ocorrer.
Os seguidores de Cristo eram perseguidos pelo Estado e jogados no grande circo onde eram mortos à espada ou comidos pelos leões, (quem assistiu o Gladiador, sabe do que estou falando). Os verdadeiros cristãos se reuniam nas catacumbas e ali faziam suas orações e filosofavam sobre a cristandade. O evangelho (novo testamento), escrito a partir da vivencia dos apóstolos nos mostram a dureza da vida da época, e os ensinamentos do Mestre Jesus, que com sua Luz trazia o amor, a paz, a compreensão entre os homens. A sentença dada a Jesus pelos homens da época era a sentença que costumavam decretar contra os "subversivos" pois Cristo não veio para manter a ordem e sim subvertê-la, mudar as leis. Pensavam os homens da época que Jesus era o grande revolucionário materialista que iria fazer a revolução e tomar o poder, porém, pela pouca inteligencia espiritual que tinham, nada entenderam quando Cristo disse: "meu reino não é desse mundo" ou "a casa do senhor tem muitas moradas". Na verdade, Cristo é o maior espírito de luz que já apareceu em nosso mundo e aqui veio com sua missão, mostrar ao homem que "é morrendo que se vive para a vida eterna", ou seja, vivemos um mundo de expiação e nosso crescimento é espiritual. Cristo já profetizou à época também que "aparecerão muitos profetas" falando em meu nome, porém aqueles que vestem púrpuras e se adornam com anéis cravados em diamantes vendo a miseria do povo, nem sempre falam com sinceridade. O mundo está vendo hoje o crescimento das igrejas usando o nome de Cristo pregam guerras, defendem governos e se esquecem de pregar a verdadeira humildade e o amor ao proximo. Utilizam ainda a lei Mozaica esquecendo-se que Cristo veio para mudá-la e subverter a ordem legal da época .
Portanto, a lei Cristã está posta e o livre arbitrio está aí para todos os homens seguiram e viveram como quizerem, nunca se esquecendo de que para direitos existem deveres e o crime não passa de individuo para individuo. Somos o que pensamos e fazemos. Infelizmente hoje se Jesus Cristo voltasse à terra, iria fica muito triste ao ver o homem se matando e destruindo a própria natureza, lideres mundiais pregando a guerra, líderes religiosos vivendo em palácios à custa dos dízimos de seus pobres fiéis e vestindo púrpuras, enquanto a maioria do povo não tem o que comer. Lideres mundiais pregando a preservação de animais porém esquecendo-se de preservar o homem, constroem "reservas florestais" para preservar os animais e favelas para preservar o homem, dando a eles apenas uma ração diária, constrói-se prisões e se esquecem de construi escolas para ensinar os homens. Como seria a sentença de Cristo hoje com a ganancia dos homens, afinal, a pregação de Cristo é a subversão da ordem e para quem detem o poder economico e politico, sem qualquer conhecimento espiritual, isso é uma ofensa, pois todos falaem em Natal, mas será que todos vivem o Natal?
Dia 25 é dia de aniversário, dia de NASCIMENTO, DIA DE NATAL, portanto, feliz aniversário meu amigo e perdoe-nos pela nossa ignorancia, estamos tentando melhorar, e um dia poderemos ver todos engajados nas sua pregação, AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.
Bom Natal a todos...
sábado, 26 de setembro de 2009
É ESSE O PSDB DE NOSSA REGIÃO?
Máfia do jogo quer dominar Câmara
Bandidos financiaram campanhas em 2008 e se preparavam para eleger vereadores, deputados e prefeitos
(por Bruno Tavares e Marcelo Godoy)
A cúpula da contravenção paulista quer dominar a Câmara Municipal de São Paulo, ter o prefeito da cidade na mão e eleger deputados estaduais e federais. Tudo isso para ver o sonho da legalização do jogo realizado. Em meio a reuniões em que os chefes comparecem armados com pistolas calibre 45, ao lado de capangas, os dirigentes da jogatina paulista discutiram o apoio a candidatos nas eleições municipais de 2008, quando elegeram alguns de seus "parceiros".
Os bicheiros, bingueiros e donos de caça-níqueis se estruturaram em torno da Associação Força Paulista, a exemplo do que fez a contravenção carioca. A sede da associação serviu de comitê eleitoral para um candidato a vereador em 2008. No ABC e em Iaras (SP), a contravenção comemorou seu desempenho nas urnas. Em Itapetininga, o grupo do contraventor Nitamar Bernardino da Silva apoiou Marcelo Nanini (PSDB), eleito vereador, e o candidato a prefeito Ricardo Barbara (PSDB), derrotado na eleição. Barbara foi duas vezes prefeito da cidade e é ex-secretário da Habitação de Sorocaba.
Barbará teria recebido 4 mil litros de combustível por semana de Nitamar, que dominaria o jogo em Sorocaba e em Ribeirão Preto. Depois das eleições, em 16 de outubro, o vereador Nanini telefonou para Nitamar. "Fala, meu parceiro", diz o vereador. Então recebe de Nitamar os parabéns pela vitória.
Ao Estado, o vereador disse desconhecer Nitamar. "De nome eu não conheço. Tenho loja de som, mais de 5 mil clientes. Pode ser que eu tenha falado com alguém que estava me devendo." O Estado procurou Barbara, mas não o localizou. Nitamar teve a prisão decretada pela Justiça há duas semanas, mas está foragido.
As investigações dos policiais de Sorocaba ainda não identificaram quem era o "vereador da contravenção" em São Paulo. O plano da associação era "trabalhar nos próximos quatro anos" para "colocar um porcentual bom" de vereadores na Câmara Municipal de São Paulo. Em conversa de 11 de setembro de 2008, Nitamar diz ao bingueiro Orlando Nagata que o grupo deve "trabalhar politicamente com inteligência, como em Goiânia (GO)". Em seguida, afirma que só assim terão condição de "falar com o prefeito de igual para igual".
Eles demonstram insatisfação com dois deputados (um estadual e um federal) aos quais um dos bicheiros se diz ligado e discutem o apoio a um candidato à Prefeitura em São Paulo. Afirmam ter 1 milhão de votos: "Faremos quantos deputados a gente quiser e, envolvendo a Prefeitura, o domínio será total. Ou beija a mão e diz amém, põem o que a gente quer, ou o caldo engrossa", diz Nagata.
No mesmo dia, Nitamar expôs o plano ao colega Dimas Incerti. "Nós queremos legalizar o nosso negócio." Nitamar usa o PT e a Igreja Universal do Reino de Deus como exemplos de como deverão se comportar os vereadores da futura bancada do jogo. "Ele (o vereador) vai ter de passar pela comissão, pela cúpula, pra nós explicar pra ele, que nem o Edir Macedo explica, que nem o PT explica pros seus vereadores, prefeitos e deputados: Vai deixar cinza aí, viu, maluco. Entendeu? (sic)". "É isso aí", responde Dimas.
Os bicheiros, bingueiros e donos de caça-níqueis se estruturaram em torno da Associação Força Paulista, a exemplo do que fez a contravenção carioca. A sede da associação serviu de comitê eleitoral para um candidato a vereador em 2008. No ABC e em Iaras (SP), a contravenção comemorou seu desempenho nas urnas. Em Itapetininga, o grupo do contraventor Nitamar Bernardino da Silva apoiou Marcelo Nanini (PSDB), eleito vereador, e o candidato a prefeito Ricardo Barbara (PSDB), derrotado na eleição. Barbara foi duas vezes prefeito da cidade e é ex-secretário da Habitação de Sorocaba.
Barbará teria recebido 4 mil litros de combustível por semana de Nitamar, que dominaria o jogo em Sorocaba e em Ribeirão Preto. Depois das eleições, em 16 de outubro, o vereador Nanini telefonou para Nitamar. "Fala, meu parceiro", diz o vereador. Então recebe de Nitamar os parabéns pela vitória.
Ao Estado, o vereador disse desconhecer Nitamar. "De nome eu não conheço. Tenho loja de som, mais de 5 mil clientes. Pode ser que eu tenha falado com alguém que estava me devendo." O Estado procurou Barbara, mas não o localizou. Nitamar teve a prisão decretada pela Justiça há duas semanas, mas está foragido.
As investigações dos policiais de Sorocaba ainda não identificaram quem era o "vereador da contravenção" em São Paulo. O plano da associação era "trabalhar nos próximos quatro anos" para "colocar um porcentual bom" de vereadores na Câmara Municipal de São Paulo. Em conversa de 11 de setembro de 2008, Nitamar diz ao bingueiro Orlando Nagata que o grupo deve "trabalhar politicamente com inteligência, como em Goiânia (GO)". Em seguida, afirma que só assim terão condição de "falar com o prefeito de igual para igual".
Eles demonstram insatisfação com dois deputados (um estadual e um federal) aos quais um dos bicheiros se diz ligado e discutem o apoio a um candidato à Prefeitura em São Paulo. Afirmam ter 1 milhão de votos: "Faremos quantos deputados a gente quiser e, envolvendo a Prefeitura, o domínio será total. Ou beija a mão e diz amém, põem o que a gente quer, ou o caldo engrossa", diz Nagata.
No mesmo dia, Nitamar expôs o plano ao colega Dimas Incerti. "Nós queremos legalizar o nosso negócio." Nitamar usa o PT e a Igreja Universal do Reino de Deus como exemplos de como deverão se comportar os vereadores da futura bancada do jogo. "Ele (o vereador) vai ter de passar pela comissão, pela cúpula, pra nós explicar pra ele, que nem o Edir Macedo explica, que nem o PT explica pros seus vereadores, prefeitos e deputados: Vai deixar cinza aí, viu, maluco. Entendeu? (sic)". "É isso aí", responde Dimas.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
E vem aí a temporada de caça aos votos...
Está chegando a hora de aparecer nas cidades do interior os candidatos a deputados; sim, porque Senador nem pensa em pisar em cidades do como a nossa. Vi dois senadores aqui, o Marcadante e o Suplicy, Presidente da República, no cargo, só o Castelo Branco, eu tinha 7 anos de idade e estava com bandeirinha e tudo na praça esperando o General. Que ironia!!!
Bem, mas deputado já vi bastante, quando criança jantei com Ulisses Guimarães no antigo Restaurante Pilão D'Água, e até hoje não vi nenhuma homenagem aqui para o velho Ulisses. Homenagearam até o Serjão (aquele trator do FHC), diziam alguns que ele era o PC Farias do Presidente FHC, coisa de gente faladeira.
Imaginem, aqui em Itapeva, essa gente faladeira dizem que a Terezinha fez acordo com Cavani para perder a eleição pra ele, acho que é puro mexerico, nada mais.
Mas voltando ao tema, li essa semana no Blog do Regis, Sinais Particulares, seu artigo, quase uma SÚPLICA em defesa de nossa região sudoeste, acho que o Régis é um grande sonhador. Mas sempre vale a pena sonhar, que tal vermos os nossos politicos se despindo do ar narcisista, humildes, sentados numa mesa e defendendo a nossa região, que beleza seria.
Infelizmente isso não vai acontecer, pois em politica é "lobo comendo lobo" e a mãe do outro que chore por ele.
Quem sabe um dia quando crescermos mais um pouco e viramos gente grande vamos entender melhor essa história de politica, essa hitória de passarinho verde, onde os acordos nada mais são para se manter no poder e dele se prevalecer.
Infelizmente Regis eu também penso como voce, mas até hoje não consigo entender os grupos que se formam, as lideranças que não aparecem, enfim, há muito vivemos comandados por uma única oligarquia e isso um dia, terá que ter um fim, é o que espero, para que nossa região sudoeste seja realmente do povo que a constrói.
Bem, mas deputado já vi bastante, quando criança jantei com Ulisses Guimarães no antigo Restaurante Pilão D'Água, e até hoje não vi nenhuma homenagem aqui para o velho Ulisses. Homenagearam até o Serjão (aquele trator do FHC), diziam alguns que ele era o PC Farias do Presidente FHC, coisa de gente faladeira.
Imaginem, aqui em Itapeva, essa gente faladeira dizem que a Terezinha fez acordo com Cavani para perder a eleição pra ele, acho que é puro mexerico, nada mais.
Mas voltando ao tema, li essa semana no Blog do Regis, Sinais Particulares, seu artigo, quase uma SÚPLICA em defesa de nossa região sudoeste, acho que o Régis é um grande sonhador. Mas sempre vale a pena sonhar, que tal vermos os nossos politicos se despindo do ar narcisista, humildes, sentados numa mesa e defendendo a nossa região, que beleza seria.
Infelizmente isso não vai acontecer, pois em politica é "lobo comendo lobo" e a mãe do outro que chore por ele.
Quem sabe um dia quando crescermos mais um pouco e viramos gente grande vamos entender melhor essa história de politica, essa hitória de passarinho verde, onde os acordos nada mais são para se manter no poder e dele se prevalecer.
Infelizmente Regis eu também penso como voce, mas até hoje não consigo entender os grupos que se formam, as lideranças que não aparecem, enfim, há muito vivemos comandados por uma única oligarquia e isso um dia, terá que ter um fim, é o que espero, para que nossa região sudoeste seja realmente do povo que a constrói.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O QUINTO DOS INFERNOS
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama”. Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "_dois quintos dos infernos_" de impostos...
Para que? Para sustentar a corrupção, campanhas eleitorais, o PAC, o mensalão, o Senado e sua legião de "diretores", a festa das passagens, os cartões corporativos, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar no executivo, os salários de marajás, etc.etc.etc. Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "/quinto dos infernos/" para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama”. Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "_dois quintos dos infernos_" de impostos...
Para que? Para sustentar a corrupção, campanhas eleitorais, o PAC, o mensalão, o Senado e sua legião de "diretores", a festa das passagens, os cartões corporativos, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar no executivo, os salários de marajás, etc.etc.etc. Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "/quinto dos infernos/" para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Politico honesto é isso aí. Se todos fossem iguais ao nosso Vice-Presidente.
Má-fé
Após cinco anos de processo, a Justiça Federal em MG livrou o vice-presidente, José Alencar, da acusação de ter manipulado, em 1998, a cotação de ações na Bovespa em benefício próprio. O juiz Antônio Cláudio Macedo da Silva, da 16ª vara Federal de BH, considerou que houve má-fé do MPF ao denunciá-lo, em 2004, e determinou que o órgão o indenize. (saiu em MIgalhas)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
ACIMA DA SUSPEITA....VOCE VAI GOSTAR... ESSE EU ASSINO EMBAIXO.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
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FAMÍLIA CARVALHO
Adriano/Conceição e os netos

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